A Catita está pronta para receber os seus primeiros amigos, que chegam hoje vindos da Alemanha. A flor da primeira foto, que é uma Tigridia pavonia originária do México, e onde é uma "simples" planta do campo, decidiu mostrar toda a sua beleza precisamente hoje, para dar as boas-vindas. E os agapantos não quiseram ficar atrás...
Acho que sou um respigador moderno... Não tenho uma profissão definida, não tenho colegas de trabalho, e vivo dos pequenos prazeres do dia-a-dia, difíceis de explicar. Tudo o que faço é feito com paixão e total entrega àquilo que, para muitos, não tem qualquer valor. Gosto de criar os meus jardins secretos, reciclando, sempre que possível, plantas e outras coisas que vou encontrando no meu caminho. Agradeço a visita daqueles que queiram partilhar das minhas paixões...
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sexta-feira, 3 de junho de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
E já lá vão 6 anos...
Comecei hoje a pintar a Catita com a ajuda do James Gilmour, um Britânico, que resolveu vir do Reino Unido para dar uma ajuda em troca do alojamento. A casa não era pintada na totalidade há seis anos e lembrei-me que, na última vez em que isso tinha acontecido, foi quando a revista "Casas de Portugal" fez o artigo sobre o meu trabalho de recuperação da mesma. Mudou bastante desde então, sobretudo ao nível do jardim e no tamanho das plantas. Os ciprestes por exemplo, estão gigantes. Sempre me considerei "desnutrido" no que respeita ao meu ego, e este artigo na revista foi uma espécie de cozido à portuguesa na minha dieta; engordei na altura, mas já voltei ao meu peso habitual, com umas recaídas pelo caminho... ;-)
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Respira-se primavera...
Estas fotos mostram uma parte de um espaço que comecei a criar há dez anos atrás. Este é o meu mundo, um ecossistema onde me sinto bem, um "filho", e que anualmente me faz sentir cada vez mais orgulhoso, mas também cada vez mais pequeno perante este espaço. Funciona, também, como sala de exposições onde apresento uma visão muito pessoal, que vai desde a construção com pedra, reciclagem, instalações artísticas, combinação das nossas plantas selvagens com outras, etc., em que a intenção é sempre cativar o olhar de quem passa. São mil metros quadrados com a casa, em que cada janela funciona como uma moldura interior de um quadro cujo tema é um determinado cenário exterior, muito diferente à medida que se percorre o espaço. São quatro jardins num só, unidos por escadas, caminhos, rampas, e vários pequenos recantos secretos, onde a fantasia e a contemplação são uma constante. Foi este cenário que deu origem ao nome do blog.
sábado, 22 de janeiro de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Crassula em flor
É durante o mês de Janeiro que, habitualmente, esta crassula floresce, ficando completamente revestida de flores brancas. Este exemplar tem cerca de 25 anos e já vai com cerca de 1,7 m de altura. Foi sempre uma planta fácil, pois, para além da água da chuva, não precisa de outros cuidados. Já mudou várias vezes de localização e neste momento está num local com muita sombra. É originária da África do Sul e desde sempre fez parte dos vasos de flores das nossas avós. Conheço no Algarve um jardim com muitos exemplares mais velhos que formam um pequeno labirinto, dado o porte que já atingem. Infelizmente, é muito pouco resistente à geada...
terça-feira, 2 de novembro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Do lixo para o jardim...
Há alguns meses atrás, ao conduzir em Porches, reparei na existência destas duas portas encostadas a uma parede, o que me despertou a curiosidade. Decidi abordar o proprietário para saber o que ele pretendia fazer com elas, por exemplo, vendê-las, e recebi um redondo não, dizendo que nem sabia o que fazer com elas. Hoje de manhã, lá ia eu feliz da vida a conduzir a minha carrinha, quando, de repente, um azul familiar chamou por mim, por detrás de um caixote do lixo! Qual não foi o meu espanto quando verifiquei que eram as ditas cujas, jogadas fora e entregues ao seu destino!
Este tipo de portas fez parte de uma moda, um estilo, no Algarve, e não só, entre as décadas de 1930/1940, de estilo art déco, de tendência algarvia, se tal referência me é permitida. Hoje em dia, são facilmente trocadas por qualquer porta de alumínio a metro, sem personalidade... Mas ainda bem para mim: mais uma vez, e como já é habitual, estes achados vêm-me parar às mãos, mais cedo ou mais tarde! Infelizmente, o seu estado já não permite usá-las como portas, mas são excelentes elementos decorativos, acrescentando mais alguma fantasia ao jardim da "Casa Catita", e onde poderão ter um fim digno.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Jardim da Catita: pormenores
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