Plantados no muro, estes Aeoniuns "kiwi" fazem parte do jardim vertical da Casa Catita.
Acho que sou um respigador moderno... Não tenho uma profissão definida, não tenho colegas de trabalho, e vivo dos pequenos prazeres do dia-a-dia, difíceis de explicar. Tudo o que faço é feito com paixão e total entrega àquilo que, para muitos, não tem qualquer valor. Gosto de criar os meus jardins secretos, reciclando, sempre que possível, plantas e outras coisas que vou encontrando no meu caminho. Agradeço a visita daqueles que queiram partilhar das minhas paixões...
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domingo, 14 de dezembro de 2014
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
E assim foi o nosso dia de "ginásio" no jardim
Antes de mais, gostava de agradecer todos os comentários deixados no último post. É sempre bom conhecer as vossas opiniões sobre o que tenho publicado neste blog.
Mais umas pedras, mais umas plantas, e momentos muito bem passados, assim tem sido a filosofia de construção deste jardim, em que tudo parece fazer sentido, embora nenhum de nós sabe ao certo como e quando será terminado. Claro que, para que tudo isto resulte, tem de haver uma boa amizade e uma total entrega a uma paixão que envolva plantas e muitas pedras, claro! É assim que o meu trabalho com o Ludgero tem funcionado, e é assim que prefiro trabalhar em cada novo projeto que me é sugerido.
Até ao momento, já foram provavelmente movimentadas mais de 25 toneladas de material, entre terras, areia, plantas, pedras, e sei lá mais o quê... É verdade que podíamos optar pelo uso de máquinas, mas não seria o mesmo. Todo o esforço tem sido assumido como um bom exercício para o corpo e para a mente. Acho que até fomos abandonados pelas nossas hérnias respetivas!
Num dos nossos regressos ao trabalho, após o almoço, encontramos algumas plantas ao lado do caixote do lixo, e desta vez era algo mais exótico: uns quantos pés de philodendrons, plantas essas que, se fossem compradas, seria necessário gastas mais de 100 euros para as adquirir. Mais uma reciclagem, bem ao meu gosto.
Quero ainda partilhar uma satisfação muito pessoal relacionada com uma opinião que uma pessoa deixou, aquando da visita ao jardim em construção, e que vai ao encontro do que gosto de criar. A pessoa em questão estava convencida que o nicho do jardim já existia, e que era muito antigo, e que eu apenas o teria posto a descoberto, escavando a terra... Ao ouvir esta opinião, fiquei com o ego bem alimentado, pois é precisamente o que pretendo: criar uma ilusão e um espaço, o mais intemporal possível.
sábado, 7 de janeiro de 2012
Andando com o jardim às costas...
Este sábado carreguei, literalmente, com o jardim às costas. Tenho andado a construir mais um muro no jardim da Catita, mas como sou incapaz de fazer algo "normal", esta é mais uma daquelas construções muito orgânicas, com curvas e plantas quanto baste... E, desta forma, permite-me dar uso aos agaves que encontrei, há algum tempo, à beira do lixo, em muito mau estado. Neste caso, é um muro de estrema da propriedade, que acabou por ficar muito mais interessante do lado do vizinho hotel. Espero que lhes sirva de inspiração...
Por outro lado, e como gosto muito de camélias, penso ter agora um excelente espaço, com condições perfeitas, para finalmente plantar duas camélias, e acrescentar ainda mais interesse ao jardim.
Por outro lado, e como gosto muito de camélias, penso ter agora um excelente espaço, com condições perfeitas, para finalmente plantar duas camélias, e acrescentar ainda mais interesse ao jardim.
Por fim, e como se não bastasse, ainda aproveitei para gravar umas espirais na argamassa, que sempre podem alimentar a curiosidade de alguém. São as minhas "coisas" sem significado, mas que podem alimentar conversas e, só por isso, já são válidas...
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