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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Jardim suspenso de suculentas e fetos, um ano depois.





Cada vez mais pesado, este cesto dificilmente deixa alguém indiferente! Um ano depois, este mini "jardim suspenso", que se encontra pendurado por debaixo de umas nespereiras e totalmente à sombra, está cada vez maior e interessante. 
Quando o construí, utilizei algum musgo e terra que apanhei em Sintra que, sem o saber, trazia também mais duas plantas, um pequeno jarro e alguns fetos. Mal começou a chover, veio a surpresa... 
O cesto ficou mais composto e mais bonito, e como está na sombra, sobrevive apenas com uma rega semanal durante a época seca do ano.
As duas últimas fotos foram tiradas em setembro de 2010.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Flores do Crinum moorei




Esta planta tem, talvez, uma das maiores flores brancas que conheço. É originária da África do Sul e há muito que é cultivada entre nós. Recordo-me de a encontrar em muitas das quintas em Sintra, em zonas húmidas e de sombra, e por isso associei-a sempre a estas condições. Aqui no Algarve, e para meu espanto, parece que a humidade não é de todo importante, pois tenho-a encontrado bem viva, junto de algumas ruínas e em que a única água, é a da chuva. Uma curiosidade: por cá, esta planta terá sido uma constante nos jardins das grandes casas do Algarve, o que parece ter caído infelizmente em desuso. 
Na primeira foto temos o Vasco junto de um Crinum que cresce no jardim dele, na Quinta dos Reis, em Alcantarilha. Este ano consegui transplantar alguns para a Catita, agora é só esperar um ano para ver as suas espantosas flores brancas.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

A floração dos acantos






Quando era criança, gostava de brincar no meio desta plantas que cresciam numa mata de carvalhos, próximo de casa. Todos os anos por esta altura, e estando eu de férias escolares, passava longas tardes nesta mata repleta destas estranhas plantas, com as suas enormes flores e folhas. Este local, durante muitos anos, foi mágico, uma espécie de mundo primitivo onde me sentia bem e gostava de estar. Esta era, também, uma planta que me intrigava muito, pois pouco tempo depois desaparecia por completo sem deixar rasto. Às vezes, sinto saudade desta ingenuidade típica destas idades. Hoje, sempre que encontro acantos, recordo a minha infância e adolescência, como aconteceu há uns dias atrás quando fui até Alte, aqui no Algarve. É uma planta robusta do Mediterrâneo , muito ornamental, gosta de sombras, e, no nosso clima, sobrevive apenas com a água  da chuva. A parte vegetativa seca por completo durante os meses mais quentes. O local onde cresce não deve ser mexido, pois pode prejudicar o crescimento no ano seguinte.
Uma curiosidade: desde a antiguidade que as folhas desta planta são reproduzidas na escultura, como é o caso dos capitéis do estilo coríntio.