Esta planta tem, talvez, uma das maiores flores brancas que conheço. É originária da África do Sul e há muito que é cultivada entre nós. Recordo-me de a encontrar em muitas das quintas em Sintra, em zonas húmidas e de sombra, e por isso associei-a sempre a estas condições. Aqui no Algarve, e para meu espanto, parece que a humidade não é de todo importante, pois tenho-a encontrado bem viva, junto de algumas ruínas e em que a única água, é a da chuva. Uma curiosidade: por cá, esta planta terá sido uma constante nos jardins das grandes casas do Algarve, o que parece ter caído infelizmente em desuso.
Na primeira foto temos o Vasco junto de um Crinum que cresce no jardim dele, na Quinta dos Reis, em Alcantarilha. Este ano consegui transplantar alguns para a Catita, agora é só esperar um ano para ver as suas espantosas flores brancas.