Mostrar mensagens com a etiqueta Algarve. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Algarve. Mostrar todas as mensagens

domingo, 18 de outubro de 2015

"Requiem to a dream", a chaminé algarvia do séc.XIX


Alguns dos melhores exemplares deste património algarvio que, infelizmente, está em risco de se perder.
Fotografá-las tornou-se uma obsessão, e partilhá-las uma necessidade. 

Eis algumas fotos de chaminés aqui.

domingo, 11 de outubro de 2015

Foto do dia: Flor do quiabo vermelho da Horta da Lapa.




Embora a flor seja em tudo semelhante à variedade verde dos quiabos, a grande direrença esta na cor do fruto, que no caso é bordeaux. Está a ser uma das minhas experiencias deste ano na horta biologica da Lapa. 


domingo, 27 de setembro de 2015

Os "lírios de sangue" acordam em setembro...


Esta é a foto do dia, uma bela flor de uma planta que tem origem na África do Sul, e uma das minhas favoritas do momento. Com o nome comum de "lírio de sangue" ou "orelha de elefante" e cientificamente conhecida por "Haemanthus coccineus".

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Outono na "Horta da Lapa".


Quando decidi construír esta "ruína", foi com a intenção de a usar como cenário para fotografar os vários produtos da Horta da lapa. Acho que valeu a pena o esforço! 

quinta-feira, 19 de março de 2015

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Foto do dia; Flores rosas de amendoeira


Os turistas estrangeiro pensam que são cerejeiras, os portugueses associam a estas amendoeiras de floração rosa a amêndoa amarga, o que nem sempre é verdade. Com este rosa, são relativamente raras e, nos últimos tempos, tenho andado a tentar enxertar alguns ramos de uma árvore de flor branca com esta variedade. Acho que o resultado pode vir a ser muito interessante.      

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Quando fazemos o que gostamos


Quem segue este blog, sabe que sou um apaixonado por tudo o que se relaciona com pedra. 
Ao longo destes anos, tenho construído vários projetos que me deram muito prazer, como é o caso desta ninha pequena casa de apoio, em que usei muitas das pedras que se encontravam espalhadas pela propriedade.  
Não usei uma única máquina, todo o trabalho foi manual, exigindo de mim um imenso esforço físico, como no tempo dos meus antepassados, Mas acho que só assim consigo compreender melhor que ninguém as dificuldades de outros tempos. Bem sei que hoje em dia, todo este esforço não faz muito sentido, e que poderia usar máquinas... mas não seria a mesma coisa. E as dores de costas que sinto, muitas outros as têm e nunca pegaram numa pedra...